Já vi que tem muito bebê que nem chega a dormir no quarto dos pais e vai direto para o berço. Por aqui isso não aconteceu. Sinceramente… não sei se tem certo ou errado. Cada casa é uma casa, cada caso é um caso! Só sei que eu não conseguiria dormir tão “longe” assim de um recém-nascido. Claro que tem mãe que não se sente assim, mas eu me sinto. Até uns seis ou sete meses a Nina dormiu no meu quarto, no carrinho ao lado da minha cama. Para mim era bem prático: eu acordava toda zumbi na hora de amamentar (na cama) e quando ela terminava voltava para o carrinho. Não fiz cama compartilhada. Até porque meu marido passaria por cima da bebê sem nem perceber. Imagina só?

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Quando a Nina começou a ficar bem mais ativa, sentando e se pendurando, pensei que seria mil vezes mais seguro se ela dormisse no berço. Caso ela acordasse durante a noite (o que é bem raro) ela estaria na segurança, atrás de grades. Mas por mais que ela já fosse uma bebê ‘grande’, ainda era bebê e eu costumo levantar pra ver se ela tá respirando (sou dessas!). Me sentia bem mais segura com ela super pertinho! A solução foi simples e bem conhecida: babá eletrônica.

O nosso modelo é MBP36, da Motorola. Imagino que não seja a mais simples e nem a mais completa. Só sei que tem o que eu preciso: imagem (com função também de visão noturna), som (posso até falar com a bebê pela câmera), controle da câmera pelo monitor (posso movê-la para olhar os meninos também), temperatura etc. A câmera fica presa no berço e o monitor fica sempre comigo (funciona também sem o fio).

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Pronto. Depois da babá eletrônica eu já tinha me adaptado mentalmente com a ideia da Nina dormir no berço. Mas e ela? Bem, não vou dizer que ela aceitou de primeira. Na verdade ela odiou, hahahaha! Nunca parei de fazer aquela rotina da hora de dormir: banho quentinho (às vezes seguido de massagem), uma mamada e depois acalmá-la com uma música no móbile, por exemplo. Mas para o berço fomos aos poucos: botando ela para dormir fora do berço e colocando ela lá logo depois. Ela acordou durante algumas noites, estranhando aquilo e chorando horroresO bebê precisa se sentir seguro e confortável dentro do berço e pra ela aquele era um lugar meio estranho. Nunca cheguei a deixá-la chorando e sair do quarto. Quando ela acordava e reclamava, eu ficava lá com ela no colo e quando se acalmava, voltava para o berço. Eu passava alguns minutos olhando ela lá dentro e com tempo acho que se sentiu segura e passou a dormir. Depois desse período de adaptação, já botava ela acordada lá dentro. Essa fase demoroooou para passar e até hoje ela reclama em alguns dias. O importante é que ela realmente dorme lá e se precisar de alguma coisa, eu escuto pelo monitor da babá.

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