Agora com 33 semanas de gestação já finalizamos o enxoval do Bento! Como mãe de quarta viagem, acho que já consigo fazer um enxoval somente com coisas úteis, que sei que realmente vou usar. Em 2013, gravidíssima da Nina, eu já tinha compartilhado com vocês a lista de enxoval que tinha montado para comprar lá nos EUA (se quiser acessar clique aqui). Dessa vez me inspirei nessa lista, fiz algumas modificações e compramos o que precisaríamos para o Bento aqui mesmo.

Como vocês gostaram bastante da lista anterior, vou deixar disponível aqui a lista do Bento também. Até porque todas as compras foram feitas aqui e a grande maioria dos produtos é super acessível. Você pode acessar a lista, baixar e fazer suas modificações particulares. Fica bem prático! Para acessar a lista é só clicar na imagem abaixo:

Onde comprei:
Eu sempre tive preferência pela Carter’s, aquela marca americana cheia de peças fofíssimas, mas o dólar não quis colaborar e saí à procura de marcas nacionais em conta que tivessem uma qualidade legal. Uma leitora (Obrigada, Dani!) me deu uma dica bem legal: comprar o enxoval em loja que vende roupa infantil a quilo. Engraçado, né? Eu já tinha ouvido falar, mas nunca tinha pensado em ir atrás. Fui lá conferir e achei marcas conhecidas (que encontramos em várias lojas infantis) e finalizei quase 95% do enxoval num dia só. Então fica a dica para quem é de Brasília: Mania de Kilo (ADE conj 01 lote 06, entrada B – Águas Claras). Lá cada marca tem um preço próprio para o quilo e saiu tudo bem em conta (pelo menos 50% mais barato que em lojas normais). Só tenho duas observações: o valor mínimo da compra é R$ 500 e é necessário CNPJ para cadastro, ok? Mas achei que valeu MUITO a pena!

Comentei no vídeo (tá lá no fim do post!) que gosto muito de cueiros e compro os meus no Etsy.com, tipo um Elo7 americano. Só faço isso porque sou apaixonada por alguns dos tecidos que achamos facilmente lá nos EUA e aqui nem tanto. Comprei coisinhas artesanais para o enxoval da Nina e agora para o do Bento. Gosto muito do ateliê da Ahmelie. Nunca tive problemas com entrega e também nunca paguei imposto de importação.

Lojas online também me ajudaram muito agora que eu já estou maior e um pouco mais cansada. Comprei o ofurô (da Burigotto), produtos de higiene, capa para almofada de amamentação (a Boppy Pillow), meias… tudo pela internet. Costumo comprar na Netfarma e na Tricae.

Uma coisa que conheci agora mais o final e amei foi o serviço do brechó online Retroca. Lá dá para encontrar várias peças usadas super inteiras (eles têm um controle de qualidade muito bom) e garimpar coisas super fofas para o bebê. Comprei algumas roupinhas da Carter’s por um preço super bom =) Quem for do Sul ou Sudeste também consegue vender para o site peças que seu filho não usa mais. Legal, né?

Gravei um vídeo e dividi em dois (falei muito!) sobre o enxoval. Dei algumas dicas e mostrei algumas peças! Espero que gostem!



 

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Quem acompanha meus diários de gravidez no YouTube (clique aqui para se inscrever no canal!) sabe que tem tempo que eu não consigo dormir direito sem a ajuda de 9834903842 travesseiros. Coisa de grávida, né? Principalmente agora no terceiro trimestre. Acompanhando meu mini-perrengue, várias meninas me aconselharam a comprar um travesseiro para gestante e, quando fui atrás, resolvi comprar com um ateliê na internet.

O travesseiro era feito à mão e, depois de alguns dias, percebi que tinha um problema na costura. Quando entrei em contato com a artesã, ela pediu que enviasse o travesseiro de volta, mas também avisou que estava de férias e voltaria em algumas semanas. Eu meio que não tinha como esperar (já que estou na semana 32) e resolvi fazer meu próprio travesseiro.

Eu sou super animada com DIY e fazer minhas próprias coisinhas, mas costurar está fora de cogitação. Eu realmente não consigo! Resolvi então testar um modelo “sem costura”, substituindo qualquer linha por cola de tecido. Meu travesseiro não ficou a coisa mais profissional (não mesmo), mas já estou usando desde a semana passada e tem me ajudado muito!

Peguei na internet as medidas aproximadas do travesseiro no modelo em “C” que eu queria e mandei ver. Usei mais ou menos 2 metros de tecido (de algodão, o mais baratinho), um tubo de cola para artesanato, tesoura, 1,2kg de fibra siliconada com enchimento e alfinetes. Usei também papelão para fazer um molde e um lápis preto para riscar o tecido.

Vou deixar aqui abaixo um esquema (mal feito, sorry. habilidade ZERO) com as medidas que usei:

modelo

Basicamente risquei o molde em dois pedaços de tecido, formando dois “Cs” diferentes. Cortei, coloquei um em cima do outro (virando a parte da estampa para dentro). Alinhei (na medida do possível) os dois cortes e passei cola nas bordas internas, juntando as duas peças. Vale lembrar que deixei uns 15cm sem cola, bem nas “costas” do C, porque precisamos de um buraco para virar a peça e também para passar o enchimento. A cola que comprei seca em 5 minutos e passado esse tempo já virei a peça e coloquei o enchimento. A parte mais chata foi fechar o último buraco, já que o enchimento não ajuda muito. Usei alguns alfinetes para fechar e passei cola. Nessa parte o acabamento ficou bem feioso, mas funcionou. Eu indico fortemente que você costure essa parte.

Dá para conferir essa minha mini-aventura no vlog de hoje:

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Na semana passada, postei no canal um vídeo mostrando o que compro na feira toda semana e como eu higienizo esses alimentos (você pode assistir clicando aqui). Em algum momento do vídeo, comentei que uso couve e beterraba para fazer bolos para as crianças. Muita gente entrou em contato perguntando como eram esses bolinhos coloridos, então resolvi resumir as três receitas que mais uso aqui para vocês :) São três bolos bem fáceis, feitos no liquidificador, com ingredientes comuns e simples de achar. Eu faço sem glúten, por causa da intolerância do Bernardo. Também prefiro usar óleo de coco e açúcar mascavo, mas dá para usar as versões mais normais desses ingredientes sem problemas. Obs: a temperatura e qualidade dos ingredientes muda sim a textura do bolo. Não é nada que estrague a receita, mas se achar que a massa está muito grossa é só colocar mais óleo ou até mais um ovo. Se achar que está muito fina, coloque mais farinha. Com o tempo pegamos certinho o ponto e adaptamos com os ingredientes que temos em casa. Espero que gostem!

Bolo de couve
(Rendimento +/- 10 cupcakes médios)
2 ovos
1 xícara de óleo (de coco, no caso)
3 folhas de couve
3/4 de xícara de açúcar (usei o mascavo, dá para usar 1 xícara cheia se for açúcar normal)
1 xícara de farinha (usei a especial sem glúten, mas dá para usar a de trigo tranquilamente)
1/2 colher de sopa de fermento

Como fiz:
O preparo é como o de um bolo de cenoura: bati os ovos, o óleo e a couve até formar uma mistura bem homogênea (essa parte é super importante). Com o liquidificador ligado na velocidade mais baixa, acrescentei (aos poucos) a farinha e o açúcar. Depois que a mistura ficou homogênea novamente, acrescentei o fermento e bati bem pouco, só para misturar mesmo. Como mostro no vlog abaixo, assei os bolinhos em uma máquina de cupcake, mas você pode fazer tranquilamente no forno. Devem ficar prontos em mais ou menos 10 minutos, na temperatura de 180 graus. É sempre bom dar uma conferida ;) Para ter certeza, é só usar aquele bom e velho truque do palito no centro do bolinho: se ele sair limpo, está pronto.

Bolo de cenoura:
(Rendimento +/- 10 cupcakes médios)
3 ovos
1/2 xícara de óleo de coco
1 ou 2 cenouras médias, cruas e picadas
3/4 de xícara de açúcar
1 xícara de farinha sem glúten
1/2 colher de sopa de fermento

Como fiz: Bati as cenouras com o óleo e os ovos, até conseguir chegar numa mistura homogênea. Depois fui acrescentando aos poucos a farinha e o açúcar, com o liquidificador ligado na velocidade mais baixa. Depois misturei o fermento. No forno são mais ou menos 10 minutos, na temperatura de 180 graus. Para ter certeza, é só usar aquele bom e velho truque do palito no centro do bolinho: se ele sair limpo, está pronto.

Bolo de beterraba:
(Rendimento +/- 10 cupcakes médios)
2 ovos
1/2 xícara de óleo de coco
1 beterraba média, crua inteira ou picada
3/4 de xícara de açúcar
1 xícara de farinha sem glúten
1/2 colher de sopa de fermento

Como fiz: Bati a beterraba com o óleo e os ovos, até conseguir chegar numa mistura homogênea. Depois fui acrescentando aos poucos a farinha e o açúcar, com o liquidificador ligado na velocidade mais baixa. Depois misturei o fermento. No forno são mais ou menos 10 minutos, na temperatura de 180 graus. Para ter certeza, é só usar aquele bom e velho truque do palito no centro do bolinho: se ele sair limpo, está pronto.

Calda de chocolate (sem leite):
100 ml de leite de coco
1 colher de sopa de cacau sem açúcar
1 colher de sopa de açúcar mascavo (isso vai do gosto de cada um)
1/2 colher de café de essência de baunilha (é bem pouco mesmo)

Como fiz:
Simplesmente misturei bem todos os ingredientes numa panelinha e levei ao fogo baixo até levantar fervura. A mistura fica super fininha e meio rala. Para engrossar mais é só deixar, pelo menos, 2 horas na geladeira. Dá para usar como cobertura para várias coisas, viu? Fica bem gostosinha :)

Você pode assistir a um vlog bem improvisado sobre o preparo desses bolinhos abaixo:

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Quando virei dona de casa, já era mãe de duas crianças (sendo que uma delas era um bebê de seis meses). Tive que me acostumar com várias situações ao mesmo tempo e demorou um pouco até que eu pegasse mais ou menos o jeito da coisa. Demorou mais ainda para arrumar alguma maneira de tornar meu dia-a-dia (super corrido) em um esquema mais eficiente. Uma das primeiras coisas que comecei a fazer (e faço até hoje) é o planejamento de refeições.

Pode parecer complicado, mas é basicamente o processo de montar um cardápio (no meu caso semanal) e fazer suas compras de supermercado/feira de acordo com esse cardápio. Depois que comecei a fazer esse planejamento percebi que várias vantagens:

– Economia de tempo: sabendo o que eu vou cozinhar pela próxima semana, diminuiu consideravelmente o tempo que eu passo fazendo compras e o tempo que eu gasto preparando as refeições (já que eu não tenho que parar para pensar no que cozinhar em cima da hora).
– Economia de dinheiro: planejar as refeições deixa a lista de supermercado muito mais enxuta (já que você sabe exatamente o que vai usar) e evita a compra de coisas desnecessárias.
– Evita o desperdício de comida: como você já sabe o que vai usar, dá para evitar direitinho a compra exagerada de comida e é bem mais fácil de garantir que tudo o que você comprar, será usado.
– Escolhas mais saudáveis: Normalmente as escolhas não muito saudáveis de refeições são feitas em cima da hora. Se você planejar com antecedência, muito possivelmente vai fazer escolhas bem mais saudáveis de comida.

Então a minha rotina aqui em casa se dá da seguinte maneira: todo sábado eu faço compras de feira e também carnes. Então toda sexta de noite eu separo meia hora para fazer esse planejamento de refeições. No início vai tomar um pouco mais de tempo, mas rapidinho você pega o jeito. Eu sigo passos bem simples:

Primeiro passo: anotar o que eu já tenho em casa. Por mais que as compras aqui em casa sejam feitas para durar uma semana, sempre sobra uma coisinha ou outra da compra anterior. Sempre começo o planejamento anotando o que eu já tenho, assim uso tudo e evito desperdício.

Segundo passo: escolher as receitas. Já sabendo o que tenho em casa, posso escolher as receitas da semana. Eu gosto de variar bastante e levo em consideração as preferências (saudáveis!) das crianças para montar o cardápio. Desse jeito é mais fácil garantir que eles se alimentem bem. Para achar/salvar minhas receitas, eu uso bastante o Pinterest. Sempre escolho a quantidade de receitas de acordo com o número de refeições que faremos em casa naquela semana.

Terceiro passo: montar a lista de compras. Depois de escolher as receitas, calculo a quantidade de cada ingrediente que eu quero comprar. Depois é só anotar e sair para comprar.

Quarto passo: montar o cardápio semanal. Eu sei que já mencionei anteriormente que escolho as refeições da semana antes para depois montar a lista de compras. O problema (principalmente com orgânicos) é que nem sempre achamos todos os ingredientes. Separo então um momento depois das compras para substituir algum ingrediente no cardápio ou até uma refeição inteira, se for o caso. Nesse momento decido que dia vamos o tal coisa, levando em consideração o estado dos alimentos. O que estiver mais maduro, será consumido antes. Para montar esse cardápio, uso um modelinho adaptado da internet. Antes eu usava post its para organizar as refeições nos devidos dias (assim poderia trocá-las de lugar, caso precisasse). Atualmente uso o mesmo modelo, porém plastificado. Achei que ficou super prático e resistente. É só preencher com um marcador (evite os permanentes) e passar um pano úmido quando for apagar.

Para baixar esse modelinho de cardápio, clique na imagem abaixo:

Se você preferir um arquivo em .pdf editável (para preencher ainda no computador e imprimir pronto) é só clicar aqui.

Onde eu faço as minhas compras?

Compras de mercado (não-perecíveis/alguns industrializados/produtos de higiente/limpeza)  – a cada três semanas: Super Adega – Trecho 12 Lote 05 Condomínio Via Import Center – Guará, Brasília – DF (Clique aqui para ver no Google Maps)
Compras no açougue – a cada três/mês: Sobradinho Carnes – Q 12 CL 09, s/nº – Sobradinho, Brasília – DF (Clique aqui para ver no Google Maps)
Compras de feira (orgânicos/não-orgânicos/ovos/peixe/carne/castanhas/polpas) – todo sábado: CEASA – SIA Trecho 10, S/N – Guará, Brasília – DF – (Clique aqui para ver no Google Maps)

Para assistir meu vídeo sobre o assunto:

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Espero que o post possa te ajudar e, caso tenha alguma dúvida, é só comentar aqui embaixo. Um beijo =)

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